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Eu às vezes sou imensidão, vasta e infinita ... Perco as diretrizes, sigo indecisa, amedronto, retrocedo. Às vezes sou horizonte, avermelhado e escuro ... sufocada pelo dia, Perco o rumo, erro a esquina e páro. Às vezes sou tarde de outono, fria e cinzenta ... Tristeza atormenta, Escolho o atalho, engano-me e falho. Às vezes eu acho que sou flor, perfumada e colorida ... Sutil e delicada, qualquer coisa desagrada, Machucada, fecho-me. Outras vezes sinto-me sol, os mais brilhantes e louros raios, invadem, penetram, iluminam minh´alma, E sinto-me poeta! (Vanne) ::Sites Legais:: .::BOL - E-mail grátis::. ::Já Passou:: 03/09/2006 a 09/09/2006 27/08/2006 a 02/09/2006 06/08/2006 a 12/08/2006 30/07/2006 a 05/08/2006 23/07/2006 a 29/07/2006 ::Créditos:: ![]() ![]() | ||
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Da cor do vinho
Meia taça (Vanne) Escrito por Vanne às 09h40 [] [envie esta mensagem] V O C Ê!
Gosto desse teu olhar perdido,
Escrito por Vanne às 09h26 [] [envie esta mensagem] |